eSIM Ásia: um plano para 18 países, quanto custa e como escolher
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Quase ninguém vai à Ásia para ver um país só. O roteiro clássico do brasileiro encadeia três ou quatro — Tailândia, Vietnã e Camboja; Japão e Coreia do Sul; Singapura, Malásia e Indonésia. E é exatamente aí que a conta do celular sai do controle, porque cada fronteira cruzada com um plano de país único significa ficar sem internet.
Este guia mostra como resolver isso com um único eSIM que cobre 18 destinos asiáticos, com preços reais do nosso catálogo.
Resposta curta
- Roteiro com mais de um país: plano Ásia, a partir de R$ 87 (2 GB, 15 dias). Um QR Code para a viagem inteira. Ver planos de eSIM Ásia.
- Só um país, viagem curta e leve: o plano do próprio país pode ter uma faixa menor e mais barata — o Japão, por exemplo, tem 500 MB por R$ 82.
- Celular sem eSIM, ou embarque em um ou dois dias: chip físico, com retirada no mesmo dia em 18 cidades do Brasil. Ver chip físico.
Os 18 destinos cobertos
Bangladesh, Camboja, China, Coreia do Sul, Filipinas, Hong Kong, Índia, Indonésia, Japão, Laos, Macau, Malásia, Paquistão, Singapura, Sri Lanka, Tailândia, Taiwan e Vietnã.
Repare que Hong Kong, Macau e Taiwan aparecem separados da China — os três têm redes próprias, e vários planos concorrentes cobram à parte por eles. Aqui estão no mesmo plano.
Quanto custa
A validade começa quando o eSIM se conecta pela primeira vez a uma rede da região. Instalar em casa, com antecedência, não gasta nenhum dia.
| Plano | Preço | Para quem |
|---|---|---|
| 2 GB · 15 dias | R$ 87 | Duas semanas de uso normal com Wi-Fi no hotel |
| 3 GB · 30 dias | R$ 89 | Roteiro longo, uso moderado |
| 5 GB · 30 dias | R$ 95 | A faixa mais equilibrada para 3 a 4 países |
| 5 GB · 7 dias | R$ 102 | Semana intensa, muita foto e mapa |
| 10 GB · 30 dias | R$ 116 | Quem trabalha viajando |
| 20 GB · 30 dias | R$ 181 | Celular como roteador do notebook |
| Premium (ilimitado) · 7 dias | R$ 128 | Quem não quer pensar em franquia |
| Premium (ilimitado) · 15 dias | R$ 228 | Roteiro longo sem racionar nada |
| 50 GB · 90 dias | R$ 321 | Intercâmbio, mochilão de temporada |
Comparando com roaming: as operadoras brasileiras costumam cobrar de R$ 30 a R$ 100 por dia na Ásia. Em 15 dias, isso vira R$ 450 a R$ 1.500 — cinco a dezessete vezes o plano de 2 GB.
Plano regional ou plano do país?
Vale comparar antes de decidir, porque a diferença é pequena e a cobertura não é:
| Tamanho | Só Japão | Ásia (18 destinos) |
|---|---|---|
| 2 GB · 15 dias | R$ 88 | R$ 87 |
| 3 GB · 30 dias | R$ 91 | R$ 89 |
| 5 GB · 30 dias | R$ 97 | R$ 95 |
| 10 GB · 30 dias | R$ 110 | R$ 116 |
Ou seja: nas faixas que mais vendem, o regional custa menos que o plano de um país só. A exceção fica no 10 GB e nas faixas pequenas — o Japão tem um plano de 500 MB por 7 dias a R$ 82 que o regional não oferece. Se a viagem é curta, num país só, e você quase não usa dados, o plano do país ganha. Em qualquer outro cenário, pegue o regional.
China: leia isto antes de comprar
A China bloqueia dentro do país uma lista de serviços que o brasileiro usa o tempo todo — buscador, mapas, redes sociais e alguns aplicativos de mensagem. Isso vale para qualquer conexão local, incluindo o Wi-Fi do hotel e o chip pré-pago chinês.
Planos de eSIM estrangeiros funcionam em roaming, ou seja, o tráfego sai pela rede da operadora de origem e não pela chinesa. Na prática, muitos viajantes conseguem usar os serviços normalmente por esse caminho. Mas isso é uma consequência técnica do roaming, não uma garantia contratual, e pode mudar. Se a sua viagem depende disso — trabalho, reuniões, acesso a sistemas da empresa —, fale com a gente pelo WhatsApp antes de comprar que a gente explica as opções com franqueza.
Quanto de internet você precisa
- 2 a 3 GB — mapas, mensagens, e-mail e redes sociais sem vídeo. Cobre bem uma viagem de duas semanas com Wi-Fi no hotel.
- 5 GB — a faixa que eu escolheria para um roteiro de vários países. Você usa muito mais tradutor, mapa e transporte por aplicativo do que imagina.
- 10 GB ou mais — trabalho remoto, chamadas de vídeo com o Brasil (com 12 horas de fuso, quase sempre à noite) ou celular como roteador.
Uma particularidade da Ásia que consome dados sem você perceber: o tradutor por câmera. Apontar o celular para um cardápio em japonês, tailandês ou coreano é o gesto mais repetido da viagem, e cada leitura consome rede. Some isso ao Google Maps (cerca de 5 MB por hora) e ao aplicativo de transporte, e 2 GB somem mais rápido do que na Europa.
Como funciona, do pedido ao desembarque
- Você compra no site. O QR Code chega no seu e-mail em poucos minutos.
- Instala em casa, no Wi-Fi, antes de viajar. Faça isso mesmo: em vários aeroportos asiáticos o Wi-Fi público exige um número de telefone local para liberar o acesso, e aí você fica preso num círculo.
- A validade só começa quando você chega e o eSIM se conecta a uma rede da região.
- Seu número brasileiro continua ativo para receber o SMS do banco — o que importa muito num continente onde quase tudo se paga com cartão ou aplicativo.
Meu celular aceita eSIM?
Disque *#06# no teclado do telefone. Se aparecer um código chamado EID, seu aparelho aceita eSIM.
Em geral: iPhone XR/XS ou mais novo, Google Pixel 3 ou mais novo, Samsung Galaxy S20 ou mais novo. Atenção a uma exceção comum: alguns Samsung comprados no Brasil vêm com o eSIM desativado de fábrica, mesmo em modelos que aceitam. O teste do *#06# resolve em cinco segundos.
E se o celular não tem eSIM?
Aí entra o chip físico, e aqui está algo que nenhum concorrente internacional oferece no Brasil: você retira em mãos, no mesmo dia, em 18 cidades.
Aracaju, Belo Horizonte, Brasília, Campina Grande, Campinas, Campo Grande, Curitiba, Fortaleza, Goiânia, João Pessoa, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, São Luís, São Paulo e Vitória.
Você compra no site, escolhe Retirar pessoalmente no carrinho e pega o chip no ponto mais próximo. A taxa de retirada é de R$ 14,90. Prefere receber em casa? Também enviamos pelos Correios.
É um chip só para o mundo inteiro, com 1 GB por dia de viagem: R$ 169 por 7 dias, R$ 229 por 15 dias, R$ 341 por 30 dias. Ver o chip físico.
Erros que custam caro numa viagem à Ásia
- Deixar o roaming da linha brasileira ligado. Depois de instalar o eSIM, desligue o roaming de dados da linha do Brasil nas configurações. Senão as duas ficam ativas e a operadora cobra a diária mesmo com o eSIM funcionando.
- Comprar um plano por país. Três planos locais para Tailândia, Vietnã e Camboja custam bem mais que um regional — e você ainda perde tempo instalando cada um.
- Subdimensionar por causa do tradutor. Quem vai à Ásia usa muito mais dados do que na Europa, pelo simples fato de precisar traduzir tudo.
- Contar com o Wi-Fi do aeroporto para instalar. Vários exigem número local. Instale em casa.
Perguntas frequentes
Preciso de documento ou cadastro para ativar?
Não. Em vários países asiáticos o chip pré-pago local exige passaporte e cadastro presencial. O eSIM já vem pronto.
Consigo fazer ligações?
Os planos são de internet. Ligações e chamadas de vídeo funcionam por WhatsApp, FaceTime, Google Meet ou pelo aplicativo local de cada país.
Funciona em Bali?
Sim — Bali é Indonésia, que está na cobertura.
E se o meu roteiro inclui Dubai ou Istambul na escala?
Esses não estão no plano Ásia. Emirados Árabes entram no plano de Oriente Médio e a Turquia no de Europa. Se a escala for longa e você for sair do aeroporto, vale somar um segundo plano — ou falar com a gente.
E se acabar a internet no meio da viagem?
Você compra outro plano pelo site e instala na hora. Ou fale com a gente antes de acabar.
Precisa de ajuda para escolher?
Nosso atendimento é em português, 24 horas, pelo WhatsApp (11) 3231-1000. Mande as datas e os países do roteiro que a gente diz qual plano serve — inclusive se for o mais barato.
Ver todos os planos de eSIM para a Ásia →
Foto de capa: Ahmet Yüksek no Unsplash.